Cada coisa em seu lugar.
O princípio da ordem y é destinar um espaço próprio para cada item”, explica a organizadora profissional Cristina Papazian. “Quando isso não ocorre, as coisas vão ocupando aleatoriamente os cantos, dando início à bagunça, que pode crescer e perdurar.”
Integração com ordem:
Ao se mudar para este apartamento, o casal encomendou às arquitetas Na-ra Grossi e Priscila Almeida um projeto de reforma com armários em todos os ambientes. Para a área de 30 m2, que engloba estar e jantar, elas idealizaram um grande bufê com prateleiras com guase 6 m. “E a peça mais importante do projeto, pois faz a integração visual dos espaços c acomoda vários itens: na parte de baixo, com gavetas e portas, ficam, de um lado, aparelhos de jantar, toalhas de mesa e taças e, de outro, CDs e DVDs.
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Começar o ano colocando a casa em ordem é a melhor atitude para desfrutar de mais espaço, conforto, paz e tempo livre. São conquistas valiosas que a gente alcança ao doar o que não serve mais, separar itens para a reciclagem e guardar o que realmente se usa. Esses projetos vão inspirá-lo a construir ambientes arrumados e gostosos de estar.
Definido com madeira laqueada e lâmina de peroba-do-campo, o móvel (Marcenaria R&M) une os espaços com estilo. Cadeiras da Wlicasae cabrita da Galeria Brasiliana. Vasos da Loja Teo, aquarelas de Lidia Lisboa, bandeja, xícaras e copos da Spicy.
DVD, vídeo cassete, receiver, CD player, TV, seu home-theater já está completo, não é?
E você continua com aquele sofá?
Sofás LAFER HOME THEATER. O máximo em conforto e funcionalidade. Dois modelos à sua escolha: Square (fotos) ou Classic. Sofás de 2, 3, 4 ou mais lugares. Todos os assentos reclináveis. Muitas opções de revestimentos, inclusive a mais nobre: couro legítimo da mais alta qualidade.
Desfrute o seu home-theater em um Sofá LAFER HOME THEATER!
Um enorme prazer que se repete todos os dias.
ARTE NATIVA – Rua Meio Alves, 184, Jardws, tel. (11) 3088-1811. As toalhas de mesa, os jogos americanos e os tecidos para decoração vendidos na loja têm estampas inspiradas na arte indígena. Elisa Gomes, a proprietária, teve a idéia a partir de suas viagens a lugares como a Amazônia e o Mato Grosso. 0 espaço também oferece peças feitas por artesãos do Nordeste ligados ao projeto Comunidade Solidária.
CASA DO AMAZONAS – Alameda dos JuRUPts, 460, Moeha, TEL (11) 5051-3098. Impossível falar de artesanato indígena e não citar a Casa do Amazonas, onde há espaço até para um museu dedicado ao índio. Desde 1979 as irmãs Noriko, Junko e Fátima Hamakawa apresentam o trabalho de setenta tribos brasileiras, entre elas os ianomâmis, do Amazonas, os mehinaku, do Mato Grosso, e os waiyana-apalay, do Pará. São, por exemplo, máscaras, cestas, cerâmicas, redes, armas e bancos de madeira.
RELÍQUIA – Rua Fiüaloa, 174. Vm Madalena, tel. (11)3034-6165. Depois de algumas viagens ao Nordeste, a representante comercial Doris Guerini realizou o sonho de trabalhar com artesanato brasileiro e em novembro de 2000 inaugurou a Relíquia. A loja reúne móveis, objetos e utilitários de Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Santa Catarina, Goiás e Rio Grande do Sul, de onde foram trazidas bandejas (45 reais) e sous-plats (23,50 reais) de papel Kraft.
CRAVATÁ – Rua Tavares Bastos, 563, Pohpíia, Ta. (11) 3675-0916. Mineira de Montes Claros. Élvia Crispim sempre apreciou o artesanato da região. Quando uma de suas amigas elogiou suas panelas de pedra-sabão, ela pensou em aproveitar a experiência de treze anos em vendas para abrir um negócio próprio. Assim nasceu a Cravatá, que mescla o melhor do artesanato mineiro a peças de outras regiões do país. Vale a pena conhecer, entre outros itens, os tapetes de sisal (39 reais o m’) e algodão (110 reais o m’) trazidos de Minas Gerais.
ESPAÇO BRASIL – Alameda Franca, 1167, tel. (11} 5096-1091. Depois de trinta anos trabalhando na Prefeitura de São Paulo, a arquiteta Maria Inês Sansone decidiu montar uma loja de móveis rústicos. Em busca de peças para decorar o espaço, começou a viajar pelo país ao lado do marido. Ficou tão encantada com a variedade do artesanato nacional que decidiu ampliar o leque de produtos. Hoje comercializa móveis e objetos feitos no Brasil inteiro.
OFICINA DE AGOSTO – Rua Harmonia, 243, Viu Madaiena, tel. (11) 3815-7398. Em 1990, o artista plástico Antônio Carlos Bech, o Toty, fundou, no Embu das Artes (SP), a Oficina de Agosto. Quatro anos depois, levou a idéia para o vilarejo de Bichinho, entre Tiradentes e Prados, em Minas Gerais. Lá são produzidas peças feitas com materiais reciclados, como móveis de madeira de demolição, esculturas, painéis, papel machê e luminárias, entre outros.
ARTE DA TERRA- Rua Fidalga, 387, Vila Madalena, tel. (11) 3034-5787. Formada em artes plásticas, Elisa Albuquerque se especializou em pintura e cerâmica, mas fez carreira no Banco do Brasil. Por quinze anos a arte ficou em segundo plano até que ela pediu demissão para montar uma loja de artesanato. Inaugurada há dois anos, a Arte da Terra comercializa cerâmica de vários lugares do país. Um bom exemplo são as bonecas de Caruaru (PE) do artista plástico Uberildo (110 reais cada uma).
GERAES ARTES ORIGINAES – Avenida Morumh, 5594. Morumbi. tel (11) 3507-0925. A antiga senzala da Casa da Fazenda do Morumbi abriga hoje uma charmosa loja aberta em maio do ano passado pela jornalista Fernanda Daher e pela advogada Ariane Schlochaver, com o objetivo de divulgar o trabalho de artesãos brasileiros. Entre as peças garimpadas Brasil afora, cerâmicas, vasos, jogos americanos, almofadas e móveis, como o pufe de palha de bananeira de Botelhos (MG).
Icones das moradias pernambucanas são oulro ponto marcante da decoração. O gosto pela cultura do Estado levou para os ambientes objetos ineomuiis, como a gola de urna fantasia de muracain colocada na suíte principal e ex-votos distribuídos na parede da escada. Apesar fie não se julgar uni colecionador, Carlos Augusto Lira possui um valioso cervo distribuído em vitrines feitas especialmente para guardá-lo.
“Mais do que ornamentar cada peça conta um pouco da minlia história”. resume o profissional
VERSÁTIL E ACOLHEDORA.
BEM-ESTAR E PRATICIDADE SÃO PALAVRAS DE ORDEM NO PROJETO DE 790 M2 EM BELO HORIZONTE.
O sofá Harry, de Antônio Citterio, foi comprado na Neo Design. As cadeiras de Charles Eames da Tepperman e a mesa de centro de laca branca da Saccaro ficam sobre o tapete de lã assinado por Natasha Rena para a Marie Camille. No detalhe, a Pampulha, um dos cartões-postais de Belo Horizonte
Com base nisso, a preocupação de Peres foi explorar, ao máximo, a potencialidade do terreno no meio ambiente, sem, no entanto, interferir de maneira agressiva em sua conformação. Depois de analisar as características do entorno, c com a experiência de quem já havia construído outras residências na mesma região, ele sugeriu a criação de espaços com múltiplo uso, isto é, áreas sociais contínuas e integradas – com direito à oficina para execução de trabalhos manuais, pois a proprietária é designer de jóias -, além de dormitórios independentes.
Assim como as estruturas alternadas com o uso de pedras nos muros, madeira aparente na sal e laje de concreto com viga deitada nos quartos, o pé-direito apresenta também dimensões variadas, sendo de 2 m na parte mais baixa e 5, 5 m no lado mais alto. As estruturas aparente são de madeira ipê, tratada.
A planta mostra uma distribuição setorizada, com ambientes espaçosos e muito conforto interno. No piso superior, salão de festas e quarto de hóspedes.











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