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segunda-feira, fevereiro 04th, 2013 | Author:

E preciso permitir que os olhos se envolvam com a beleza e que a sensibilidade flua sem qualquer censura, deixando que esta imagem chegue ao seu eu mais profundo e tente entender esta paz e toda a imensa energia que quem já ali esteve foi capaz de viver. “uma magia que eu não sei de onde vem, masque faz agente se sentir muito bem”.

NÃO SE PREOCUPE COM A RAZÃO. AGORA E HORA DE VOAR INSTINTIVAMENTE PARA UM MOMENTO EM QUE A ARTE VIVIA EM HAR COM O HOMEM E UM NOVO MUNDO ESTAVA PRESTES A SURGIR. NÃO TÃO LONGE, LOGO ALI, NA REALIDADE OBTIDA ATRAVES DA BUSCA DE UM SONHO E NA CONCRETIZAÇÃO DE UM REENCONTRO MUITO INTIMO COM AS NOSSAS MAIS REMOTAS ORIGEN.

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quinta-feira, dezembro 06th, 2012 | Author:

A CÉU ABERTO.

Um espaço aberto nas águas-furtadas, uma extraordinária árvore-escadaria, muitos quadros e objectos oriundos de todos os horizontes: muitos marcos para se reencontrarem as visões tênues de um passado sul-africano. Seduzido pela luminosidade e o volume de dois quartos de serviço e das suas águas-furtadas em mansarda num imóvel do Marais, Peter consagrou dois anos a remodelar o espaço, por forma a ampliá-lo. «Em Paris – diz ele – não concebo habitar noutro lugar que não seja o último andar, pela luminosidade, claro está, mas também para me poder apropriar de um pequeno pedaço de céu. O conjunto é, sem dúvida, pequeno, eis por que comecei por alargar as paredes. Com efeito, eu pretendia obter um espaço inteiramente aberto com apenas uma porta, a da entrada!». Hoje em dia, este desafio foi conseguido com sucesso. Sem separações, estes aposentos formam um luminoso e insólito apartamento de aproximadamente 80 m2. Concebido então em dois níveis, neste apartamento circula-se do salão para o quarto, da casa de banho para a cozinha sem que nenhuma porta seja atravessada. Intimidade obriga, apenas um biombo em madeira trabalhada. No universo de Peter, que nasceu na África do Sul, encontra-se uma alquimia de culturas, onde o Ocidente, a África e o Oriente se misturam. Aqui, os cadeirões e os lustres Art Déco coabitam com um espelho com riscas em noz de coco ou com um tapete paquistanês. UMA EXTRAORDINÁRIA ÁRVORE-ESCADARIA Viajante e coleccionador, Peter percorreu o mundo para ensinar dança contemporânea. De volta a Paris, trouxe tecidos, lanternas ou conchas oriundas do Japão, Argentina, USA.

A decoração na qual vive, nasceu, pois, das suas viagens e da sua curiosidade. Estes objectos, provenientes de todos os continentes não conseguem, no entanto, a atenuar o cunho africano da casa. A escada, uma árvore escultural realizada por Francesco Passaniti, acentua esta vontade. Todavia, este último ignorava o país natal de Peter quando orientou as suas reflexões africanas e, mais precisamente, viradas para a vegetação. Em África, este número é símbolo de criatividade. Depressa, a idéia da árvore impôs-se a Francesco P. e suscitou o entusiasmo do dono da casa. Dois meses mais tarde, a estrutura em aço, curva e trabalhada como um tronco, tomava lugar no apartamento. Com degraus em betão colorido por um pigmento azul, a árvore-escadaria responde harmoniosamente ao mármore azul da lareira. Foi para reencontrar as visões tênues da sua infância africana que Peter se rodeou de dois papagaios e uma arara de cores resplandecentes. Oriundas da Amazônia, estas aves vivem com ele desde há sete anos. Todos os dias, durante longos momentos, os pássaros reinam em toda a habitação. De vez em quando, um deles vem pousar no ombro de Peter. O seu vôo diz ele é comparável aos saltos de um bailarino que procura contrariar a gravidade terrestre».
Uma busca de espaço e liberdade que Peter continuou a procurar na decoração do seu apartamento.

Legendas:
– A lareira do salão é em mármore azul e vermelho, bem como a bela mesa baixa com os seus pés maciços em mármore de Vérone que está em frente. O grande espelho, cujo caixilho é em noz de coco e com riscas de zebra provém da Flórida, enquanto que o mais pequeno é de Rimini, Itália. Jarra Lalique. Sofá em couro, lustre, cadeirões e candeeiros Art Déco, tapete de lã do Irão e candelabro 1950.
– A escada-escultura em forma de árvore realizada por francesco Passaniti é uma verdadeira proeza técnica. Nenhuma das partes superiores metálicas foi implantada num eixo perfeitamente perpendicularao chão. Os troncos que sustem os degraus em betão colorido com um pigmento azul, são em metal.
– O salão visto de cima. O espírito africano reina no apartamento, sem dúvida, graças às numerosas plantas.
– Dissimulada por detrás do rendilhado em madeira de um biombo, a casa de banho encontra-se no prolongamento da cozinha. Espelho redondo Brot, espelhos cinzentos Fleur d’Eau.
– Para permitir à luz de se difundir generosamente no quarto, o telhado à esquerda foi substituído por uma clarabóia. Esta é ornamentada com um cortinado com folhos de Etamine. Lanterna marroquina e mesa de cabeceira em nogueira 1930.

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terça-feira, dezembro 04th, 2012 | Author:

CHEIA DE DOÇURA.

Cores, materiais, objectos: tudo parece constituir um hino à natureza. Aqui, junto às margens do rio Marne, tudo é sereno e penetrar nesta” quinta é tão doce como uma recordação da infância.
Deste lugar de uma simplicidade extrema emana uma atmosfera de quietude e paz. Uma luminosidade delicada envolve esta casa simples e acolhedora. Adquirida nos anos 70, ela soube contudo guardar os elementos decorativos desses anos, ligados à grande voga do natural, e fazê-los atravessar as modas sem sairemiírejudicados. É certo que alguns detalhes vieram juntar-se conforme as tendências e os gostos, mas todos contribuem para dar à casa um caracter simultaneamente actual e intemporal. Chantal, a proprietária dirige um atelier de tecelagem em Paris. Criativa e curiosa, ela gosta de experimentar as suas idéias na sua própria casa. DESVIAR OS OBJECTOS DA SUA FUNÇÃO INICIAL A decoração apaixona-a e Chantal não consegue deixar de imprimir o seu cunho pessoal aos objectos que a rodeiam, fabricando-os ou desviando-os da suafunção inicial. Um abat-jour parece-lhe muito monótono: ela apressa-se a criar um com os meios mais simples ao dispor – fio e papel kraft -. O mesmo acontece com os tecidos dos cadeirões ou a cor dos outros elementos e das paredes. Sem procurar efeitos ostensivos, Chantal dá vida à sua casa com conforto e espontaneidade. Sem revolução, mas sempre na justa medida. A escolha dos materiais e das cores participa no doce ambiente reinante. O olhar desliza pelos tons marfim dos tecidos, detem-se num pormenor de uma mesa em madeira, sem quebras ou obstáculos. Bemestar é a primeira sensação do visitante. Talvez graças ao caracter sóbrio e simples do mobiliário. Ou graças à luz do pôr-do-sol que atravessa o local pela grande porta envidraçada. O que é certo é que esta casa tem um gosto doce, como uma recordação de infância e constitui um parêntesis bemvindo num quotidiano cheio de stress. Aqui, o tempo faz uma pausa, sem ser, no entanto, sinônimo de torpor.

Legendas:
– A parte do salão, instalada sob a galeria, é um local de repouso previlegiado. Dois bebedouros para cavalos, provenientes de uma mansão de família, transformaram-se em mesa baixa e sen/em para guardar revistas.
– O espaço foi pensado para favorecer o convívio.
– A sala de jantar encontrou o seu lugar num grande volume, estruturado por uma galeria. Logo que cbega a Primavera o jardim começa a vislumbrar-se, ao qual chegamos por uma grande porta envidraçada. Ao fundo, uma magnífica mesa com travessas em X, adquirida num leilão em Fécamp.
– Como uma ode ao natural, o pequeno salão exibe as suas cores e os seus materiais doces e autênticos e coabita harmoniosamente com a cozinha. Os tons terra dos objectos artesanais e dos tecidos dão um pequeno acento mediterrãnico ao aposento e evocam as raízes provençais dos proprietários.
– O monte de troncos toma-se um elemento decorativo da mesma forma que o abat-jour em papel kraft. Sobre o sofá, uma manta tecida pela dona da casa.
– A instalação da cozinha no salão revelou-se uma idéia original e perfeitamente adaptada ao modo de vida numa casa de campo. A conversa não é assim interrompida pela preparação das refeições que se torna sem si mesma um verdadeiro momento de convívio.

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quinta-feira, março 08th, 2012 | Author:

Cada coisa em seu lugar.
O princípio da ordem y é destinar um espaço próprio para cada item”, explica  a organizadora profissional Cristina Papazian. “Quando isso não ocorre, as coisas vão ocupando aleatoriamente os cantos, dando início à bagunça, que pode crescer e perdurar.”
Integração com ordem:
Ao se mudar para este apartamento, o casal encomendou às arquitetas Na-ra Grossi e Priscila Almeida um projeto de reforma com armários em todos os ambientes. Para a área de 30 m2, que engloba estar e jantar, elas idealizaram um grande bufê com prateleiras com guase 6 m. “E a peça mais importante do projeto, pois faz a integração visual dos espaços c acomoda vários itens: na parte de baixo, com gavetas e portas, ficam, de um lado, aparelhos de jantar, toalhas de mesa e taças e, de outro, CDs e DVDs.

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terça-feira, março 06th, 2012 | Author:

Começar o ano colocando a casa em ordem é a melhor atitude para desfrutar de mais espaço, conforto, paz e tempo livre. São conquistas valiosas que a gente alcança ao doar o que não serve mais, separar itens para a reciclagem e guardar o que realmente se usa. Esses projetos vão inspirá-lo a construir ambientes arrumados e gostosos de estar.
Definido com madeira laqueada e lâmina de peroba-do-campo, o móvel (Marcenaria R&M) une os espaços com estilo. Cadeiras da Wlicasae cabrita da Galeria Brasiliana. Vasos da Loja Teo, aquarelas de Lidia Lisboa, bandeja, xícaras e copos da Spicy.

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sexta-feira, fevereiro 03rd, 2012 | Author:

Trocar a cor de uma parede ou instalar um novo piso são recursos que podem mudar totalmente um ambiente. Para ajudar você a escolher, não perca em maio nossa reportagem especial sobre revestimentos.

O parque de peroba com paginação desenhada pelas arquitetas Marcella Sion Libeskind e Luciana Zeitel é fabricado pela Indusparquet e revendido pela Parquet Campo Belo

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segunda-feira, janeiro 16th, 2012 | Author:

Uma casa conjugada em uma vila inaugurada em 1919 às margens do Rio Ca-pibaribe no bucólico bairro de Apipucos, no Recife. Este foi o local escolhido pelo arquiteto Carlos Augusto Lira para morar. O imóvel, um dos sete originais do local, é tombado pelo Patrimônio Histórico. Mas, para adequar-se às necessidades do proprietário, passou por quatro reformas ao longo de trinta anos. A área de 110 m2 cresceu para  392 m2 com o acréscimo de dois pavimentes superiores c um inferior.

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segunda-feira, dezembro 19th, 2011 | Author:

Moveis para decoração de casas

Clara moderna e funcional. Assim deveria ser essa casa de 790 m2 construída nu Condomínio Vila Castela, em Belo Horizonte. Minas Gerais. A dupla Anua Lamas e Lona Pinheiro (oi convidada para decorar o imóvel antes mesmo da contratação do arquiteto pelos proprietários. Isso permitiu que elas participassem da formulação do pmjeio. sugerindo inaieriai- para teto, piso e paredes, além de propor soluções espaciais para os ambientes, como o guarda-corpo do andar superior – que oferece visão particular do living c da sala de jauíar.
A área social espelha perfeitamente o desejo dos moradores de viver cm um espaço aco-lliedor c, ao mesmo lempo. versátil. O living, a sala de jantar- e a da lareira foram instaladas em um espaço contínuo, demarcado apenas pela ambientação, o que permite receber amigos e parentes em reuniões sociais ou íntimas 0 living, por exemplo, serve para animados bate-papos e também para assistir a um bom filme no DVD. “É por isso que a estante do bome theater abriga também o bar”, explica Lena.

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sábado, dezembro 17th, 2011 | Author:

Casa versátil e acolhedora

VERSÁTIL E ACOLHEDORA.
BEM-ESTAR E PRATICIDADE SÃO PALAVRAS DE ORDEM NO PROJETO DE 790 M2 EM BELO HORIZONTE.
O sofá Harry, de Antônio Citterio, foi comprado na Neo Design. As cadeiras de Charles Eames da Tepperman e a mesa de centro de laca branca da Saccaro ficam sobre o tapete de lã assinado por Natasha Rena para a Marie Camille. No detalhe, a Pampulha, um dos cartões-postais de Belo Horizonte

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sexta-feira, setembro 09th, 2011 | Author:

Fotos de casas em condominios

Outra opção é a dos empreendimentos imobiliários que trazem esta tendência como atrativo e complemento às opções de lazer em condomínios de casas e prédios que dispõem de áreas comuns.
Para a arquiteta Ana Paula, um lugar bem resolvido, com churrasqueira, bancada com pia e local para a preparação de alimentos, mesa para as refeições e sala de estar “ocupa uma área aproximada de 13 m2″, define.

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