A luz é composta pelas sete cores do arco-íris e os pigmentos contidos nos objetos têm a capacidade de absorver determinadas cores e refletir outras.
Portanto, a qualidade de reprodução das cores da lâmpada utilizada vai influir diretamente nas cores da decoração, alterando ou mantendo as cores escolhidas.
Um exemplo claro disto é quando compramos uma roupa em uma loja e depois ao sairmos vestidos durante o dia, percebemos que a cor não era exatamente aquela. A capacidade das lâmpadas reproduzirem bem as cores (IRC) independe de sua temperatura de cor (°K). Existem tipos de lâmpadas com três temperaturas de cor diferentes e o mesmo IRC. Em uma residência devemos utilizar lâmpadas com boa reprodução de cores (IRC acima de 75), pois a cor é fundamental para o conforto e beleza do ambiente.
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As lâmpadas que você pode utilizar para garantir a fidelidade de cores na sua casa.
As lâmpadas fluorescentes compactas Philips economizam energia e têm IRC 82, considerado muilo bom.
A linha de fluorescentes Super 80 Philips são adequadas para várias aplicações residenciais, possuindo IRC 85.
As lâmpadas halógenas dão mais brilho e desloque para sua residência com ótima reprodução de cores (IRC 100).
Apesar do alto consumo de energia elétrica que aumenta a conta de luz e da baixa durabilidade, as incandescentes têm o IRC 100 e podem ser usadas em todos os ambientes.
Cor luz (Síntese Aditiva) – A foz bronco é dividido em três cores básicos: ozul, vermelha e verde. No foto acimo, mostramos que o pigmento do poilrono obsoíve os cores ozul e verde, eliminando o vermelho, criondo poro os nossos olhos o tom ozul cion que vemos no poltrono e corpete. A fidelidade de cores na decoração é obtido com lampados que tenham a capacidade dc reproduzir os cores.
Como iluminar.
REPRODUÇÃO DE CORES.
Um dos pontos mais importantes na decoração de um ambiente é a harmonia e combinação das cores, porém isto pode ser prejudicado se você não escolher as lâmpadas adequadas. A reprodução de cores de uma lâmpada é medida por uma escala chamada IRC (índice de Reprodução de Cores). Quanto mais próximo este índice for ao IRC 100 (dado à luz solar), mais fielmente as cores serão vistas na decoração. Isto ocorre porque, na verdade, o que enxergamos é o reflexo da luz que ilumina os objetos, já que no escuro não vemos as cores.
Em geral, todos os matizes surgem mais luminosos diante de uma superfície escura. Tente instalar um vaso verde-claro diante de um fundo verme-lho-escuro e verá como o vaso dará a sensação de ser mais luminoso.
Evite cortinas muito coloridas, ou o sol que incide na sua janela tingirá todo o cômodo. No máximo, use xales de tonalidades mais fortes.
O computador e a televisão devem ficar diante de um fundo neutro para que não haja interferências na tela.
Para a mistura de estampas dar certo, procure aquelas que tenham uma ou duas cores em comum. Quanto mais tons semelhantes, mais harmoniosa ficará a composição.
Nem só as cores sugerem calor ou frio. Texturas, em um espaço monocromático, provocam a mesma sensação. A cômoda de madeira ganha realce sobre um piso de tábuas e ao lado de um estofado de linho cru, tornando a sala calorosa e convidativa. Pequenos elementos também trazem um bom efeito: almofadas com texturas sobre um sofá liso, por exemplo. Evite excessos e crie contrastes agradáveis de se ver.
Metais, tecidos sedosos e vidros refletem a luz e, como as cores frias, podem ser usados para clarear um ambiente ou fazê-lo parecer maior.
DICAS DE BOM-TOM
A diferença entre o sublime e o desastroso pode estar em detalhes como a cor do teto ou a forma de combinar estampas.
Um teto branco ilumina de maneira homogênea as cores que permeiam o ambiente. Isso não acontece com os tons escuros, que ainda dão a impressão de que o pc-direito é mais baixo.
Branco, bege c amarelo são ideais para clarear espaços com pouca luz natural.
Uma parede colorida numa sala quadrada ajuda a quebrar a simetria.
Paredes externas banhadas de sol tendem a aquecer ainda mais com tons quentes, que absorvem a luz. Muito claras, porém, podem ficar ofuscantes.
Todo quadro, objeto ou móvel à frente de uma parede colorida ganha um novo destaque.
Um objeto claro numa parede escura parece maior. Uma peça escura numa parede clara, menor.
Antes de empunhar o galão de tinta, leve em conta também estes fatores:
■ Analise as funções de cada cômodo, pense em quem passará mais tempo nele. Nos quartos, em geral, considere as cores luminosas e menos saturadas, já que se trata de um cômodo para relaxamento.
■ Dependendo do tom, pode-se aumentar ou diminuir espaços. Cores quentes e fortes reduzem, porque dão a sensação de proximidade; as frias e claras, ao contrário, dão a ilusão de proj fundidade, ampliando os ambientes. E claro que não é preciso tanto rigor: mesclar é sempre uma boa medida.
■ Se a intenção é criar aconchego, vale a pena recorrer aos tons quentes, mesmo em áreas pequenas. A sala com lareira, por exemplo, ficará mais acolhedora em tons de laranja do que toda branca.
■ Composições da mesma cor, em diferentes tons, são mais harmoniosas e repousantes. Se você optar pelo uso de vários matizes, lembre-se de que elas funcionam bem quando todas têm o mesmo valor tonai. Isso impede que os olhos se forcem constantemente a distinguir entre claros e escuros.
■ As cores também podem dividir os-ambientes – casos de salas que servem de estar e de jantar. Uma única parede pintada em um tom forte ajuda a delimitar a área de refeições. Para aproximá-la, use cores quentes; se a intenção for afastá-la, frias.
■ Se você ainda não sabe se elege paredes ou móveis coloridos, prefira a primeira opção. As chances de erro são menores e, se um dia você se cansar, pode pintá-las novamente. Comece escolhendo os tons neutros para peças grandes, como sofás e tapetes. Aos poucos, vá adicionando itens coloridos: um pufe, um vaso, al-mofadas. A partir daí, você pode repetir a cor de um desses elementos em uma ou mais paredes.
Secundárias, a primeira mistura.
O verde, o laranja e o violeta integram esse grupo obtido pela mistura de duas primárias (amarelo + azul = verde, amarelo + vermelho = laranja, azul + vermelho = violeta). Todas juntas, ou duas a duas, as secundárias resultam em uma combinação vibrante e harmônica.
Primárias, o começo de todos os tons.
O nome já diz tudo: é a partir das primárias -o vermelho, o azul e o amarelo – que se forma toda a gama de tonalidades conhecidas. Essas cores não podem ser produzidas pela mistura de outras. Juntas, são puro contraste. Agora olhe outra vez para a foto ao lado e veja se ela lhe lembra algo. Seriam os matizes de Matisse?
Para usar criteriosamente o círculo, é preciso levar em conta, ainda, as principais características da cor: o matiz, a saturação e a luminosidade.
Matiz – é a cor, propriamente dita. Se ela é misturada, o matiz indica qual é a cor predominante, primária ou secundária.
Saturação — é o grau de pureza do matiz. Quanto mais pura, mais saturada, ou viva, é uma cor. As cí-tricas, por exemplo, são muito saturadas. Evite-as em ambientes de longa permanência, como o estar e os quartos: elas cansam facilmente. Já os tons pastel têm pouca saturação, o que torna seu uso muito mais tranqüilo.
Luminosidade – indica o quanto de branco existe em determinada cor. Quanto mais branco tiver, mais luminosa ela será.
Ao combinar dois ou mais matizes, é bom que haja uma correspondência entre os graus de saturação e de luminosidade. Um laranja esmaecido vai bem com um violeta igualmente esmaecido, por exemplo. Use o círculo ao lado como base: ele apresenta essas características dos matizes no mesmo nível.












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