terça-feira, dezembro 04th, 2012 | Author:

CHEIA DE DOÇURA.

Cores, materiais, objectos: tudo parece constituir um hino à natureza. Aqui, junto às margens do rio Marne, tudo é sereno e penetrar nesta” quinta é tão doce como uma recordação da infância.
Deste lugar de uma simplicidade extrema emana uma atmosfera de quietude e paz. Uma luminosidade delicada envolve esta casa simples e acolhedora. Adquirida nos anos 70, ela soube contudo guardar os elementos decorativos desses anos, ligados à grande voga do natural, e fazê-los atravessar as modas sem sairemiírejudicados. É certo que alguns detalhes vieram juntar-se conforme as tendências e os gostos, mas todos contribuem para dar à casa um caracter simultaneamente actual e intemporal. Chantal, a proprietária dirige um atelier de tecelagem em Paris. Criativa e curiosa, ela gosta de experimentar as suas idéias na sua própria casa. DESVIAR OS OBJECTOS DA SUA FUNÇÃO INICIAL A decoração apaixona-a e Chantal não consegue deixar de imprimir o seu cunho pessoal aos objectos que a rodeiam, fabricando-os ou desviando-os da suafunção inicial. Um abat-jour parece-lhe muito monótono: ela apressa-se a criar um com os meios mais simples ao dispor – fio e papel kraft -. O mesmo acontece com os tecidos dos cadeirões ou a cor dos outros elementos e das paredes. Sem procurar efeitos ostensivos, Chantal dá vida à sua casa com conforto e espontaneidade. Sem revolução, mas sempre na justa medida. A escolha dos materiais e das cores participa no doce ambiente reinante. O olhar desliza pelos tons marfim dos tecidos, detem-se num pormenor de uma mesa em madeira, sem quebras ou obstáculos. Bemestar é a primeira sensação do visitante. Talvez graças ao caracter sóbrio e simples do mobiliário. Ou graças à luz do pôr-do-sol que atravessa o local pela grande porta envidraçada. O que é certo é que esta casa tem um gosto doce, como uma recordação de infância e constitui um parêntesis bemvindo num quotidiano cheio de stress. Aqui, o tempo faz uma pausa, sem ser, no entanto, sinônimo de torpor.

Legendas:
– A parte do salão, instalada sob a galeria, é um local de repouso previlegiado. Dois bebedouros para cavalos, provenientes de uma mansão de família, transformaram-se em mesa baixa e sen/em para guardar revistas.
– O espaço foi pensado para favorecer o convívio.
– A sala de jantar encontrou o seu lugar num grande volume, estruturado por uma galeria. Logo que cbega a Primavera o jardim começa a vislumbrar-se, ao qual chegamos por uma grande porta envidraçada. Ao fundo, uma magnífica mesa com travessas em X, adquirida num leilão em Fécamp.
– Como uma ode ao natural, o pequeno salão exibe as suas cores e os seus materiais doces e autênticos e coabita harmoniosamente com a cozinha. Os tons terra dos objectos artesanais e dos tecidos dão um pequeno acento mediterrãnico ao aposento e evocam as raízes provençais dos proprietários.
– O monte de troncos toma-se um elemento decorativo da mesma forma que o abat-jour em papel kraft. Sobre o sofá, uma manta tecida pela dona da casa.
– A instalação da cozinha no salão revelou-se uma idéia original e perfeitamente adaptada ao modo de vida numa casa de campo. A conversa não é assim interrompida pela preparação das refeições que se torna sem si mesma um verdadeiro momento de convívio.

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Categoría: Decoração casa
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