segunda-feira, julho 12th, 2010 | Author:

Marcos Chaves artista brasileiro

PODE TELEFONAR OU MANDAR E-MAIL O ARTISTA carioca Marcos Chaves agradece. Esle ano ele completa 18 anos de carreira c tem muitos motivos para comemorar. Só em 2002 ele já participou de duas coletivas no Rio de Janeiro {Love’s House e Morro Labirinto, um projeto do Instituto Gocthe sobre a cultura da favela). Realizou sua segunda individual. Logradouro, na Laura Marsiaj Arte Contemporânea (Rio) e foi um dos artistas brasileiros selecionados para a 25;| Bienal de São Paulo. Sua instalação Morrendo de Rir foi uni dos pontos altos do evento. Já está se preparando para representar o Brasil no projeto multinacional Stazione Topollo, no norte da Itália (em julho) e para protagonizar uma individual, em Brasília, na Galeria Arte Futura (em agosto). Desde o início de sua carreira. Marcos Chaves se destaca como um observador critico das imagens do cotidiano. Produz vídeos, fotografias, objetos, performances e instalações a partir de um procedimento básico: a colagem. Seus trabalhos são fundamentados na sobreposição de imagens sobre imagens, palavras sobre imagens, objetos sobre objetos. Ele produz reflexões sobre a integridade (ou não) das palavras, das imagens e dos pensamentos. Em Logradouro, cobriu o interior da galeria com fitas plásticas listradas de amarelo e preto, idênticas àquelas usadas para interditar espaços de risco. Com fina ironia, levou a rua e os espaços públicos para dentro do espaço privado e colocou o espectador em risco: ter de questionar seus próprios conceitos de espaço. Além de questões urbanas e de percepção, Logradouro recupera questões artísticas, como as trabalhadas nos ambientes de 1 lelio Oiticica (a arquitetura das favelas) e a representação visual de algo impal-pável, como a velocidade e a impossibilidade do movimento (presentes nos trabalhos do pop Raymundo Colla-res). A dualidade das imagens e dos conceitos também estava presente em Morrendo de Rir. instalação composta por fones de ouvido com sons de gargalhadas e 16 fotos gigantes de seu rosto. Sua ironia começa no título, já que morrer não rima com rir. Uma observação mais atenta mostra também que sentimentos e sensações, como alegria e dor, podem estar separados por umâ linha muito tênue. Com Marcos Chaves é assim: as imagens mentem.

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